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		<title>Sabíamos que a pastilha elástica não era totalmente saudável. Agora, a ciência alerta que ela pode ser um dos piores produtos que consumimos</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 16:18:21 +0000</pubDate>
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<p>Mastigar pastilha elástica é um daqueles gestos automáticos que parecem inofensivos. Um hábito que combina sabor, frescura e até mesmo a ideia de “higiene bucal”. No entanto, a ciência revelou um lado muito mais preocupante: cada pedaço esconde uma torrente de microplásticos que passam despercebidos, mas que podem permanecer no nosso organismo por muito mais tempo do que se pensava.</p>
<h2><b>Microplásticos em cada mastigada</b></h2>
<p>Um estudo recente da UCLA analisou dez marcas de pastilhas elásticas, tanto com bases sintéticas como de origem natural. O resultado foi unânime: em todos os casos, ao entrar em contacto com a saliva, eram libertadas partículas plásticas. Em média, foram detetadas 100 por grama, embora algumas amostras tenham atingido até 600. Se tivermos em conta que uma pastilha pode pesar entre dois e seis gramas, o cálculo é impressionante: até 3000 microplásticos em apenas alguns minutos de mastigação. 94% deles são libertados nos primeiros oito minutos, o que significa que quem troca de pastilha com frequência acaba por ingerir mais fragmentos do que quem mastiga durante mais tempo.</p>
<p></p>
<h2><b>Nem mesmo as pastilhas «naturais» escapam</b></h2>
<p>Uma das conclusões mais chocantes do trabalho é que mesmo as pastilhas elásticas feitas com resinas naturais libertam microplásticos. O problema, explicam os investigadores, nem sempre está na base do produto, mas na cadeia: os processos de fabrico, embalagem ou armazenamento são suficientes para introduzir partículas contaminantes. Isto coloca a pastilha elástica na mesma categoria de outras fontes de exposição invisíveis: água engarrafada, marisco ou mesmo o ar que respiramos. Em todos os casos, pequenas quantidades que parecem insignificantes, mas que com o tempo se acumulam silenciosamente nos nossos tecidos.</p>
<h2><b>Riscos pouco visíveis, mas reais</b></h2>
<p>Ainda não se conhecem com precisão todos os efeitos dos microplásticos no corpo humano. No entanto, várias investigações relacionam-nos com processos inflamatórios, stress oxidativo e até possíveis alterações celulares. O verdadeiro problema é o seu caráter cumulativo: pequenas doses distribuídas entre múltiplas fontes cotidianas que, com o passar dos anos, podem gerar um impacto muito maior do que imaginamos. A pastilha elástica não é, por si só, a principal via de exposição, mas a sua contribuição reforça a ideia de que estamos rodeados de partículas plásticas que se infiltram na nossa vida cotidiana de formas inesperadas.</p>
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<h2><b>O que podemos fazer diante dessa descoberta?</b></h2>
<p>Não é necessário abandonar a pastilha elástica, mas sim reconsiderar o seu consumo. Prolongar o tempo de mastigação de uma mesma pastilha em vez de substituí-la constantemente, reduzir a quantidade diária e optar por marcas com maior controle de qualidade são medidas que podem ajudar a diminuir a exposição. A descoberta da UCLA não apenas questiona um gesto tão comum como mascar pastilha elástica: ela nos lembra que os microplásticos já fazem parte da equação da nossa alimentação. A questão, talvez mais preocupante, não é quanto consumimos, mas quanto disso ficará dentro de nós.</p>
</p></div>
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