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	<title>humanos &#8211; Maputo News</title>
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		<title>Falar com pets como humanos: o que a psicologia diz sobre esse hábito?</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conhecimento de si mesmo]]></category>
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<p><b>Conversar com animais domésticos como se fossem pessoas é algo comum</b> em muitas famílias argentinas, seja com frases completas, apelidos ou entonações especiais. Este comportamento está longe de ser algo estranho, é mais comum do que parece e desperta curiosidade. <b>A resposta está no facto de que, segundo a psicologia, este hábito está relacionado com empatia, afeto e necessidade de conexão emocional.</b> As pessoas que dão vida aos seus animais de estimação geralmente têm uma grande capacidade de se colocar no lugar do outro e estabelecer ligações emocionais profundas.</p>
<p><u>O que pode significar conversar com um animal de estimação como se fosse uma pessoa:</u></p>
<ul>
<li>Uma forte ligação emocional, semelhante à que se constrói com pessoas próximas.</li>
<li>A necessidade de comunicação e companhia, especialmente em momentos de solidão.</li>
<li>Alta empatia, atribuição de emoções e intenções ao animal.</li>
<li>Sentimento de pertencimento, já que o animal de estimação faz parte da família.</li>
</ul>
<p>Os especialistas explicam que esse comportamento não é negativo, muito pelo contrário. Ele pode até ter benefícios emocionais, como redução do stress e aumento do bem-estar. Além disso, os animais de estimação reagem ao tom de voz e à atenção, o que fortalece o vínculo. Numa sociedade onde os animais ocupam um lugar cada vez mais central, conversar com eles como se fossem pessoas reflete uma forma moderna de demonstrar amor</p>
</p></div>
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		<title>Restos mortais humanos foram encontrados no território da central nuclear: um túmulo «de alto nível», com 1400 anos de idade</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 05:47:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias incríveis]]></category>
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<p>As escavações arqueológicas nesta área têm revelado achados ao longo de muitos anos, desde a era dos neandertais até à Segunda Guerra Mundial Foi exatamente isso que aconteceu no local onde será construída a central nuclear Sizewell C, em Suffolk (Inglaterra). Os trabalhos realizados por mais de 200 <i>arqueólogos </i>da Oxford Cotswold Archaeology (OCA), que trabalham em 70 sítios arqueológicos na região, permitiram descobrir um cemitério anglo-saxão de grande importância, pois nele foi encontrado o enterro «princípal» ou de alto nível de duas pessoas e um cavalo.</p>
<p>Esta descoberta foi feita durante os trabalhos preparatórios para a construção da estrada de ligação Sizewell. No entanto, as propriedades ácidas do solo levaram a uma má conservação dos ossos, pelo que os arqueólogos só puderam ver a impressão deste esqueleto: ao dissolver-se, o vazio formado é preenchido com areia ou pequenos sedimentos do ambiente circundante, preservando a morfologia do osso original. Foi assim que Len Middleton, chefe do projeto OCA responsável por este objeto, explicou, conforme relatado pelo Conselho do Condado de Suffolk: «As condições do solo levaram a uma conservação insuficiente; em contrapartida, descobrimos silhuetas impressionantes de areia que transmitem com extraordinária precisão os contornos dos corpos».</p>
<h2>Representantes da elite anglo-saxónica</h2>
<p>Apesar da decomposição dos esqueletos, foram preservadas informações valiosas sobre os rituais funerários e o estatuto social na Suffolk medieval. No local foram descobertas 11 sepulturas datadas dos séculos VI e VII, bem como sepulturas de cremação e enterro. Um cavalo encontrado ao lado dos restos mortais de duas pessoas estava completamente esvaziado. Além disso, armas e objetos pessoais foram encontrados no sítio arqueológico. Tudo isso levou os arqueólogos a supor que essas pessoas pertenciam à elite da sociedade anglo-saxónica.</p>
<p></p>
<h2>Terra cheia de vestígios do passado</h2>
<p>Os trabalhos arqueológicos na central nuclear de Sizewell C, uma das maiores escavações do Reino Unido, foram muito frutíferos. Os investigadores encontraram um tesouro de 321 moedas de prata do século XI, uma garrafa cheia de cerveja da época da Segunda Guerra Mundial, bem como ferramentas neandertais, pontas de flechas e um símbolo de peregrinação medieval em vidro veneziano. Assim, estes trabalhos, que antecederam a construção de uma central nuclear, revelam um território com uma história rica ao longo dos séculos, como atestam os vestígios em forma de artefactos arqueológicos e sepulturas. Rosanna Price, diretora de participação da OCA, destacou: «Estas <i>escavações</i> foram realizadas com muito carinho por arqueólogos de campo e equipas especializadas de todo o país. Elas revelam um número impressionante de 36 000 anos de presença humana: desde as primeiras incursões dos neandertais até às atividades dos primeiros agricultores há 6000 anos, desde a rica cultura da Inglaterra medieval até aos rigorosos campos de treino da Segunda Guerra Mundial».</p>
</p></div>
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