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	<title>hábito &#8211; Maputo News</title>
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		<title>Atrasos crônicos: descubra as causas psicológicas por trás do hábito</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:24:39 +0000</pubDate>
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<p>Numa sociedade em que o tempo se tornou um recurso cada vez mais valioso, a falta de pontualidade manifesta-se como um fenómeno social que preocupa e gera tensões nas relações pessoais e profissionais. Segundo a definição da Real Academia Espanhola, ser pontual implica mostrar «diligência em chegar a um lugar ou partir dele à hora combinada», um conceito aparentemente simples, mas que esconde dinâmicas psicológicas complexas quando é sistematicamente descumprido.</p>
<p>Quando várias pessoas marcam um encontro, estão a formalizar um compromisso mútuo que implica respeito pelo tempo de todos os participantes. No entanto, aqueles que violam sistematicamente esse acordo exibem características de personalidade bem definidas pelos especialistas. O psicólogo Oliver Burkeman explicou recentemente à BBC que «a falta de pontualidade está muito relacionada com o egocentrismo». Segundo o especialista, essas pessoas «querem sempre manter o controlo das situações e ser o centro das atenções quando chegam e estão à espera delas». Paradoxalmente, Burkeman salienta que essa necessidade de protagonismo pode indicar inseguranças pessoais mais profundas.</p>
<h2>Menos stress e maior expectativa de vida</h2>
<p></p>
<p> </p>
<p>Um estudo publicado pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos confirma que o stress crónico deteriora significativamente a qualidade de vida. No entanto, pesquisas da Universidade de Harvard identificaram uma correlação interessante entre a ausência de stress e pessoas habitualmente impuntuais. Esses estudos sugerem que aqueles que não se ajustam estritamente aos horários tendem a mostrar maior eficácia na tomada de decisões profissionais e níveis superiores de produtividade. Os pesquisadores de Harvard também apontam que certos traços de personalidade podem predispor à impuntualidade, como uma percepção mais lenta do passar do tempo. Curiosamente, essas pessoas tendem a ser mais criativas e relaxadas, características que podem contribuir até mesmo para uma maior longevidade, de acordo com as conclusões do estudo.</p>
<h2>O impacto do ego nas relações sociais</h2>
<p>Apesar dos possíveis benefícios pessoais, os especialistas alertam que a impuntualidade crónica projeta uma imagem negativa no ambiente social. Como explica Burkeman, «esses comportamentos devem ser mudados não apenas para o bem pessoal, mas pela empatia que é obrigatória com o próximo». O especialista esclarece que, embora alguns indivíduos tenham sido habituados desde a infância a que os seus desejos sejam atendidos, desenvolver a inteligência emocional implica considerar as necessidades dos outros. Para aqueles que desejam modificar esse comportamento, os psicólogos recomendam procurar aconselhamento profissional como primeiro passo para reconhecer a gravidade do problema. Posteriormente, é fundamental implementar técnicas eficazes de gestão do tempo: organizar atividades, planear trajetos considerando possíveis contratempos e utilizar sistemas de lembretes que ajudem a cumprir pontualmente os compromissos assumidos.</p>
</p></div>
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		<title>Falar com pets como humanos: o que a psicologia diz sobre esse hábito?</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:50:09 +0000</pubDate>
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<p><b>Conversar com animais domésticos como se fossem pessoas é algo comum</b> em muitas famílias argentinas, seja com frases completas, apelidos ou entonações especiais. Este comportamento está longe de ser algo estranho, é mais comum do que parece e desperta curiosidade. <b>A resposta está no facto de que, segundo a psicologia, este hábito está relacionado com empatia, afeto e necessidade de conexão emocional.</b> As pessoas que dão vida aos seus animais de estimação geralmente têm uma grande capacidade de se colocar no lugar do outro e estabelecer ligações emocionais profundas.</p>
<p><u>O que pode significar conversar com um animal de estimação como se fosse uma pessoa:</u></p>
<ul>
<li>Uma forte ligação emocional, semelhante à que se constrói com pessoas próximas.</li>
<li>A necessidade de comunicação e companhia, especialmente em momentos de solidão.</li>
<li>Alta empatia, atribuição de emoções e intenções ao animal.</li>
<li>Sentimento de pertencimento, já que o animal de estimação faz parte da família.</li>
</ul>
<p>Os especialistas explicam que esse comportamento não é negativo, muito pelo contrário. Ele pode até ter benefícios emocionais, como redução do stress e aumento do bem-estar. Além disso, os animais de estimação reagem ao tom de voz e à atenção, o que fortalece o vínculo. Numa sociedade onde os animais ocupam um lugar cada vez mais central, conversar com eles como se fossem pessoas reflete uma forma moderna de demonstrar amor</p>
</p></div>
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