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	<title>dentro &#8211; Maputo News</title>
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	<description>Not&#237;cias de Tecnologia</description>
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		<title>Os lançaram ao fundo do oceano cerca de 27 barris de resíduos radioativos e altamente poluentes, e só agora os cientistas estão a começar a descobrir o que há dentro desses contentores afundados.</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 11:36:32 +0000</pubDate>
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<p>Entre os anos 1930 e o início dos anos 1970, milhares de barris com resíduos radioativos, produtos químicos industriais e resíduos de refinarias de petróleo foram lançados em áreas profundas do oceano. Essa prática, permitida na época, hoje levanta preocupações ambientais, científicas e regulatórias em relação a vazamentos, poluição do meio marinho e riscos de longo prazo. Sabia que, durante décadas, os Estados Unidos lançaram milhares de barris, chamados «barris halo», contendo resíduos radioativos e altamente poluentes no fundo do oceano, como parte de uma prática pouco documentada que só agora está a começar a ser investigada em detalhe?</p>
<p>Trata-se de um enorme depósito de resíduos, deliberadamente despejados em águas profundas ao longo de décadas, cujo impacto ambiental só agora começa a ser compreendido com maior precisão científica. Entre os anos 1930 e o início dos anos 1970, empresas industriais e setores de defesa despejaram toneladas de resíduos no Oceano Pacífico, em áreas oficialmente designadas para descarte em águas profundas ao longo da costa sul da Califórnia.</p>
<h3>14 locais de enterramento</h3>
<p>De acordo com registos históricos recolhidos pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA, havia pelo menos 14 locais de enterramento. Neles eram armazenados os mais diversos materiais: resíduos de baixa radioatividade, subprodutos da refinação de petróleo, resíduos químicos industriais, resíduos de perfuração de poços de petróleo e até explosivos militares obsoletos. Muitos desses materiais foram embalados em simples barris de metal, sem qualquer plano para o seu armazenamento a longo prazo.</p>
<p>Durante décadas, esses locais praticamente não chamaram a atenção dos cientistas e do público. A grande profundidade — muitas vezes superior a 600 metros — combinada com as dificuldades técnicas e o alto custo das expedições oceanográficas, fez com que o conteúdo e o estado desses depósitos praticamente não fossem investigados. A situação mudou apenas recentemente, graças aos avanços nas tecnologias de mapeamento do fundo do mar e ao uso de aparelhos controlados remotamente.</p>
<p></p>
<h3>A redescoberta do cemitério químico subaquático.</h3>
<p>O interesse público por este tema aumentou significativamente em 2020, quando uma investigação do <i>Los Angeles Times</i> revelou que expedições robóticas tinham identificado dezenas de barris espalhados pelo fundo do mar. As imagens mostravam barris corroídos, parcialmente enterrados em sedimentos, alguns deles rodeados por estranhas manchas de luz no fundo do mar. Nos anos seguintes, foram realizadas campanhas científicas mais abrangentes. Instituto Oceanográfico Scripps, afiliado à Universidade da Califórnia.</p>
<p>Em 2021 e 2023, pesquisas realizadas com sonares de alta resolução e veículos subaquáticos identificaram cerca de 27.000 objetos com formato semelhante a barris e mais de 100.000 pedaços de lixo espalhados pelo fundo do oceano. Esses números destacaram a magnitude do problema e levantaram novas questões sobre o conteúdo dos barris. A hipótese inicial, amplamente discutida, era que muitos deles continham. DDT, um pesticida amplamente utilizado no período pós-guerra e posteriormente proibido devido à sua persistência no ambiente e efeitos tóxicos.</p>
<h3>«Aureolas» brancas e suspeita inicial de DDT.</h3>
<p>Os barris tóxicos que chamaram a atenção do público em 2020 parecem estar rodeados por «aureolas». A ligação com o DDT não é casual. Esta região tem um historial de contaminação por este composto, e muitos dos barris registados nas imagens subaquáticas estavam rodeados por ele. Aureolas esbranquiçadas Foram encontradas formações invulgares nos sedimentos que chamaram a atenção dos investigadores. A semelhança visual com outros locais contaminados com DDT levantou a suspeita de que os barris fossem a fonte direta desse pesticida. No entanto, apesar da importância dessa hipótese, faltavam dados diretos que confirmassem a presença desse composto nos barris específicos encontrados no fundo do mar. Essa lacuna serviu de pretexto para uma investigação mais detalhada, centrada na análise química e biológica dos sedimentos que rodeavam os contentores.</p>
<h3>A investigação que mudou o rumo da investigação.</h3>
<p>Em 2021, uma equipa liderada pela microbiologista Johanna Gutleben, do Instituto Scripps, recolheu amostras de sedimentos perto de cinco barris usando um aparelho controlado remotamente. O objetivo era avaliar como a composição química e a vida microbiológica mudavam à medida que se aproximavam dos contentores. Os resultados, publicados a 9 de setembro na revista científica Nexo PNAS, trouxeram uma surpresa importante. As análises revelaram que os níveis de DDT não aumentavam perto dos barris, o que indica que esses contentores específicos não continham pesticida. Esta descoberta levou os investigadores a reverem as hipóteses antigas e a voltarem a sua atenção para outros tipos de resíduos, que talvez sejam mais ignorados. As auréolas brancas em torno dos barris eram enriquecidas com calcite e tinham um pH elevado.</p>
<h3>Resíduos altamente alcalinos e condições extremas</h3>
<p>Três dos cinco barris analisados tinham halos brancos bem definidos à sua volta. As amostras recolhidas nessas áreas revelaram um facto alarmante: o pH dos sedimentos era extremamente alto, cerca de 12, o que é considerado um nível altamente alcalino. Para comparação: o pH da água do mar é normalmente cerca de 8. Ambientes com um nível de pH tão elevado são hostis para a maioria das formas de vida. Isso ficou claro na análise biológica: os sedimentos próximos aos barris com halos continham… quantidades mínimas de ADN microbiano, o que indica uma redução drástica na esperança de vida. microscópico. De acordo com a equipa, os barris continham resíduos cáusticos alcalinos, capazes de destruir substâncias orgânicas, alterar profundamente a composição química dos sedimentos e libertar metais potencialmente tóxicos. Em concentrações semelhantes às medidas no local, esses resíduos seriam… mortais para os seres humanos em caso de exposição direta.</p>
<h3>Que tipo de resíduos alcalinos poderiam ser esses?</h3>
<p>O estudo não especifica quais substâncias químicas estavam contidas nos barris, mas os investigadores apontam pistas importantes. Processos industriais comuns na época, como… a produção de DDT e a refinação de petróleo, geravam grandes volumes de resíduos alcalinos como subprodutos. Gutleben chama a atenção para um facto histórico importante: o principal subproduto da produção de DDT era o ácido, e esse material… Normalmente não era armazenado em barris. para despejo no mar. Isso levanta uma questão importante: que resíduos eram considerados perigosos o suficiente para justificar o uso de barris de metal e o seu despejo em águas profundas? Esta questão continua sem uma resposta definitiva, mas sublinha a gravidade do material em questão.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3688" src="https://omeucantinhosocial.pt/wp-content/uploads/2026/01/sediment-sample-1200.ae40076f.jpg" alt="" width="1200" height="800"/></p>
<h3>Como se formam os halos brancos no fundo do mar?</h3>
<p>Além de determinar a natureza alcalina dos resíduos, os cientistas conseguiram explicar a formação dos halos que deram nome aos barris. Quando o material alcalino penetra na água, reage com… . magnésio presente na água do mar, formando um mineral chamado brucita, ou hidróxido de magnésio. A brucita forma uma crosta sólida, semelhante ao betão, ao redor do local do derramamento. Com o tempo, esse mineral se dissolve lentamente, mantendo um alto nível de pH nos sedimentos e causando novas reações químicas. Uma delas leva à formação de… carbonato de cálcio, que se deposita na forma de um pó branco ao redor dos barris, formando halos visíveis. Este processo ajuda a explicar por que os resíduos se formam. permanecer por décadas, em vez de se dissolver rapidamente na água do mar.</p>
<h3>Um poluente persistente e de longo prazo.</h3>
<p>De acordo com o coautor do estudo, Pablo Jensen, os resultados indicam que os resíduos alcalinos devem ser considerados poluentes persistentes, cujo impacto potencial no ambiente é comparável ao do DDT. Mais de 50 anos após a remoção, os efeitos químicos ainda são claramente detectáveis no fundo do oceano. Isso indica que o legado dos resíduos industriais não só permanece, mas também pode continuar a afetar o ecossistema durante décadas ou mesmo séculos.</p>
<h3>O que ainda não se sabe</h3>
<p>Apesar do progresso alcançado, ainda existem sérias incertezas. Ainda não se sabe o número total de barris no fundo do mar, nem o conteúdo exato da maioria deles. Não se sabe:</p>
<ul>
<li>Quantos contentores permanecem intactos?</li>
<li>Quantos deles já vazaram completamente?</li>
<li>Que outros tipos de resíduos, além dos alcalinos, estão presentes?</li>
<li>Os poluentes entram na cadeia alimentar?</li>
</ul>
<p>Os investigadores estimam que aproximadamente um terço dos barris analisados até agora apresentam halos brancos, mas não está claro se essa proporção se manterá à medida que novas áreas forem mapeadas.</p>
<h3>Próximos passos na investigação</h3>
<p>A equipa sugere que os halos podem ser usados como indicadores visuais para identificar barris que contêm resíduos alcalinos, o que ajudaria a mapear a extensão da contaminação sem a necessidade de recolha imediata de amostras em todos os locais. No entanto, qualquer estratégia de monitorização ou possível remoção enfrenta enormes desafios técnicos, financeiros e ambientais. A profundidade extrema, a fragilidade dos barris corroídos e o risco de libertação de ainda mais poluentes tornam qualquer intervenção um dilema complexo.</p>
</p></div>
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		<title>Um remédio caseiro económico para evitar a formação de condensação nas janelas e manter o calor dentro de casa</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 08:39:30 +0000</pubDate>
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<p>Se, no inverno, acorda, abre as persianas e vê o vidro coberto de gotículas, sabe do que estamos a falar. Essa condensação (água que se forma e adere ao vidro) é muito comum, mas não é apenas uma «pequena coisa» estética. Se nada for feito, a casa ficará mais húmida e fria, e o bolor (aquelas manchas que aparecem quando a humidade é elevada) se espalhará livremente. A boa notícia é que existe um remédio caseiro simples para isolar o vidro com uma película transparente e fita adesiva dupla-face. O especialista explica isso num vídeo nas suas redes sociais e finaliza a invenção esticando a película com um secador de cabelo. Além disso, ele também chama a atenção para outro local típico por onde o ar penetra: a caixa das persianas.</p>
<h2>Por que aparece condensação nas janelas e por que isso não é apenas um inconveniente?</h2>
<p>A condensação nas janelas não só deixa manchas no vidro, mas também altera a sensação dentro de casa. Conforme explicado nas informações, se não forem tomadas medidas, o interior da casa ficará mais húmido e frio, e o aparecimento de mofo será garantido. E, claro, quando a casa esfria mais rápido, os custos de aquecimento podem aumentar, porque é necessário compensar essa perda de conforto. Em suma, no final das contas, não se trata apenas de «vidros embaciados», mas também de humidade na casa e de uma sensação desagradável de frio.</p>
<p></p>
<h2>Como isolar o vidro com película transparente e fita adesiva dupla-face para evitar a formação de condensação</h2>
<p>A ideia é simples: cobrir todo o vidro e criar uma barreira que impeça a formação de condensação. Para isso, neste caso, são necessárias apenas duas coisas que normalmente se encontram em casa: película transparente e fita adesiva dupla-face, não sendo necessários conhecimentos especiais. Depois de reunir os materiais necessários, siga os seguintes passos:</p>
<ol>
<li>Cole a fita adesiva dupla-face na moldura da janela, contornando o perímetro do vidro.</li>
<li>Cole o plástico na moldura, tentando esticá-lo e cobrir completamente o vidro.</li>
<li>Com um secador de cabelo, aqueça o plástico para que ele fique ainda mais esticado e reforce a função de barreira isolante (essa camada ajuda a impedir a entrada de ar e umidade).</li>
</ol>
<p>O objetivo dessa reparação é «proteger» o vidro com essa barreira e, assim, reduzir a formação de condensação. Em outras palavras: menos gotas na janela e uma casa que não parece tão úmida e fria.</p>
<h2>O ar penetra através da caixa das persianas? Um truque com rolo térmico refletor</h2>
<p>Nem todo o problema está no vidro em si. Conforme explicado, o ar também pode penetrar através da caixa das persianas (caixa onde as persianas são guardadas), o que leva ao arrefecimento da casa e, em última análise, ao aumento dos custos de aquecimento. Para evitar isso, o especialista recomenda remover a tampa da caixa e instalar uma película isolante entre a persiana e a tampa. Ele resume: «Usando um rolo refletor de calor, podemos impedir a entrada de frio ou calor. Meça a largura interna da caixa da persiana, corte o rolo no tamanho certo e, em seguida, coloque-o em forma de «C», explica ele. «Certifique-se de que a persiana está a funcionar normalmente antes de fechar a tampa», conclui o especialista.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3095" src="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/gf-bho3-vcxs-wxEP_zaparowane-okna-1920x1080-nocrop.jpg" alt="" width="1200" height="800" srcset="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/gf-bho3-vcxs-wxEP_zaparowane-okna-1920x1080-nocrop.jpg 1200w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/gf-bho3-vcxs-wxEP_zaparowane-okna-1920x1080-nocrop-300x200.jpg 300w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/gf-bho3-vcxs-wxEP_zaparowane-okna-1920x1080-nocrop-1024x683.jpg 1024w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/gf-bho3-vcxs-wxEP_zaparowane-okna-1920x1080-nocrop-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px"/></p>
<p>Este «rolo refletor de calor», conforme descrito, é um material que é colocado na caixa de acordo com o tamanho para criar uma barreira e impedir a entrada de ar. E uma observação prática importante também fica clara: certifique-se de que as persianas funcionam normalmente antes de fechar a tampa, para não instalar a invenção e descobrir isso quando tudo já estiver fechado.</p>
<h2>O que mais pode ser feito para reduzir a humidade na casa e evitar o aparecimento de bolor</h2>
<p>Esses meios são descritos como eficazes e úteis, mas não devem ser considerados como a única solução. Em muitos casos, é possível aplicar outras medidas adicionais para reduzir a humidade na casa e diminuir o risco de aparecimento de bolor. Os especialistas lembram que, mesmo no inverno, é muito importante arejar os cômodos diariamente: abrir as janelas por 30 minutos ajuda a reduzir o problema. E se a humidade for muito elevada, pode-se usar desumidificadores, especialmente se pendurar a roupa lavada num estendal dentro de casa, pois isso aumenta significativamente a humidade e a condensação. Antes de passar para a última opção (substituição das janelas), aqui está um breve guia prático sobre o que fazer e quando:</p>
</p></div>
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		<title>Uma rolha de vinho dentro do frigorífico: o truque simples com o qual acabará com este problema comum</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:45:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Certamente, em mais de uma ocasião já notou um cheiro estranho no seu frigorífico e, sejamos sinceros, não há nada mais desagradável do que abrir a porta e sentir uma mistura de alimentos, frutas estragadas ou restos de comida a inundar a sua cozinha. Infelizmente, este problema é mais comum do que pensamos, mas há [&#8230;]]]></description>
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<p>Certamente, em mais de uma ocasião já notou um cheiro estranho no seu frigorífico e, sejamos sinceros, não há nada mais desagradável do que abrir a porta e sentir uma mistura de alimentos, frutas estragadas ou restos de comida a inundar a sua cozinha. Infelizmente, este problema é mais comum do que pensamos, mas há uma solução fácil. E não, não me refiro a usar alguns desses produtos de limpeza que podemos encontrar no supermercado. Existe uma<b> alternativa muito mais económica para eliminar o mau cheiro do frigorífico.</b></p>
<h2><b>1.</b> O aliado perfeito</h2>
<p>Parece mentira, mas <b>a rolha de vinho</b> pode ajudar-nos com esta questão Em vez de o deitar no lixo assim que abre a garrafa, este simples objeto pode tornar-se o aliado perfeito.</p>
<p></p>
<h2><b>2.</b> Um grande poder absorvente</h2>
<p>O melhor deste truque é que é tão simples quanto eficaz. Para se livrar do mau cheiro,<b> basta colocar uma rolha dentro do frigorífico ou</b>, em alternativa, vários pedacinhos espalhados pelas gavetas e prateleiras. No dia seguinte, poderá verificar que não há mais vestígios desse odor indesejável. E como é que funciona tão bem? O truque está na composição da rolha. Geralmente, estes objetos<b> são feitos de um material altamente poroso, pelo que acabam por absorver os aromas como se fossem esponjas.</b></p>
<h2><b>3.</b> Qual é a magia?</h2>
<p>O principal responsável é <b>a suberina</b>, uma substância que confere ao cortiça a elasticidade e impermeabilidade típicas e que, além disso, o torna um desodorizante natural.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3826" src="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/1200x_corcho-nevera3.jpg" alt="" width="1200" height="803" srcset="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/1200x_corcho-nevera3.jpg 1200w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/1200x_corcho-nevera3-300x201.jpg 300w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/1200x_corcho-nevera3-1024x685.jpg 1024w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/1200x_corcho-nevera3-768x514.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px"/></p>
<h2><b>4.</b> Mais detalhes</h2>
<p>Se quiser levar este truque para o próximo nível, a melhor forma de o fazer é impregná-lo com algum<b> óleo essencial</b>. Por exemplo, aromas que funcionam muito bem neste tipo de ocasiões são os frescos ou cítricos, pelo que pode optar por algum de limão ou laranja. No entanto, certifique-se de que o óleo que utiliza é comestível ou de uso cosmético para garantir a segurança alimentar.</p>
</p></div>
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