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	<title>capaz &#8211; Maputo News</title>
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		<title>Uma planta discreta capaz de transformar qualquer floreira de varanda</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 18:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recomendações]]></category>
		<category><![CDATA[capaz]]></category>
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		<category><![CDATA[floreira]]></category>
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					<description><![CDATA[Sonha com floreiras de varanda que, da primavera ao outono, transbordam literalmente de flores? Experimente uma planta que a maioria dos seus vizinhos ainda nem conhece. Não se trata de mais uma gerânio nem de uma surfínia. Uma planta delicada, ligeiramente pendente, com pequenas flores em tons pastel e cores vivas, capaz de transformar completamente [&#8230;]]]></description>
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<h2><b>Sonha com floreiras de varanda que, da primavera ao outono, transbordam literalmente de flores?</b></h2>
<p>Experimente uma planta que a maioria dos seus vizinhos ainda nem conhece. Não se trata de mais uma gerânio nem de uma surfínia. Uma planta delicada, ligeiramente pendente, com pequenas flores em tons pastel e cores vivas, capaz de transformar completamente o aspeto do seu balcão – basta um simples procedimento na primavera.</p>
<h2><b>Diascia – uma pequena planta com grande impacto</b></h2>
<p>A Diascia, também conhecida como twinspur, é originária da parte sul de África. Na natureza, cresce como planta perene, mas nas nossas condições climáticas é tratada como planta anual – sobretudo em varandas e terraços.</p>
<p>A sua maior vantagem é a floração longa e abundante. Com os cuidados adequados, fica coberta de flores desde a primavera até ao outono. Nos ramos finos e flexíveis surgem dezenas de pequenas flores de cinco pétalas. As cores são muito variadas: desde o damasco e o salmão, passando pelo rosa framboesa e o violeta, até ao branco puro e ao laranja intenso.</p>
<blockquote>
<p><i>A Diascia forma touceiras com cerca de 25–40 cm de altura e espalha-se até 60 cm de largura. Graças a isso, preenche na perfeição floreiras e vasos, pendendo pelas suas bordas numa cascata suave e colorida.</i></p>
</blockquote>
<p>É precisamente em vasos que se destaca melhor – floreiras de varanda, cestos suspensos e vasos maiores. Desce suavemente pelas bordas e cobre-as com flores e folhas. Fica ótima sozinha, mas combina igualmente bem com outras plantas que gostam de sol, criando arranjos variados e multicoloridos.</p>
<h2><b>O local ideal na varanda: sol com moderação</b></h2>
<p>A chave para o sucesso com a diascia é a localização correta. A planta gosta de sol, mas prospera melhor onde não é exposta ao sol intenso durante todo o dia sem interrupção. Varandas viradas a leste, sudeste ou oeste são, regra geral, a escolha ideal.</p>
<p>No lado sul, é aconselhável garantir um pouco de sombra nas horas mais quentes da tarde – por exemplo, com uma persiana suspensa ou colocando a diascia ao lado de plantas mais altas. Por outro lado, o sol da primavera e do outono faz-lhe muito bem e é precisamente nessa altura que floresce mais abundantemente.</p>
<p>Os problemas surgem quando se combina o sol forte do verão com uma elevada humidade atmosférica. Nessas condições, a planta esgota-se mais rapidamente e pode florescer menos. Um leve sombreamento à tarde consegue salvar toda a composição.</p>
<p>O substrato deve ser leve, nutritivo e bem permeável. Um solo de qualidade para varandas, com adição de composto ou estrume granulado, é normalmente suficiente. O pH ideal é ligeiramente ácido a neutro – a maioria dos substratos prontos para plantas de varanda cumpre estes requisitos sem problemas.</p>
<h2><b>Um momento na primavera que decide toda a estação</b></h2>
<p>A Diascia é plantada na primavera, assim que o risco de geadas passar. Na maioria das regiões da República Checa, isso significa a viragem de abril para maio. É precisamente nessa altura que é necessário realizar uma intervenção que mais tarde decidirá se terá uma cascata densa e florida ou apenas alguns rebentos esticados e nus.</p>
<blockquote>
<p><i>Imediatamente após a plantação, apare ligeiramente as plantas jovens ou retire as pontas dos rebentos. Graças a isso, a Diascia ramifica-se fortemente e cria um tufo compacto e denso, que preenche melhor todo o vaso.</i></p>
</blockquote>
<p>Este passo simples – encurtar as pontas em 1–2 cm – fará com que a planta produza significativamente mais ramos laterais. O resultado é um número muito maior de flores e toda a composição lembra mais uma pequena cascata de flores do que alguns ramos solitários.</p>
<h3><b>Quantas plantas por floreira?</b></h3>
<p>A Diascia não gosta de vasos sobrelotados, mas também não de demasiado espaço livre. Esta simples tabela ajudará a orientar-se:</p>
<p>Comprimento da floreira Número recomendado de plantas</p>
<p>30 cm aproximadamente 3 unidades</p>
<p>50–60 cm aproximadamente 6 plantas</p>
<p>80 cm aproximadamente 8 plantas</p>
<p>Num cesto suspenso ou numa taça grande, plante as plantas mais perto das bordas do recipiente, para que os ramos tenham espaço para pendurar livremente desde o início.</p>
<h2><b>Rega e fertilização: menos é mais</b></h2>
<p>A Diascia prefere solo ligeiramente húmido, mas definitivamente não encharcado. Regar em excesso é o caminho mais rápido para problemas. A melhor regra é: regue quando a camada superior do substrato na floreira secar ligeiramente. Em dias de calor, pode ser necessário regar todos os dias, mas sempre direcionando a água para as raízes, e não para as flores.</p>
<ul>
<li>Em dias mais frios, basta regar uma vez a cada poucos dias.</li>
<li>Durante ondas de calor, regue com mais frequência, mas em quantidades menores.</li>
<li>A rega ao fim da tarde reduz a evaporação da água e limita o stress da planta.</li>
</ul>
<p>No que diz respeito à fertilização, é igualmente aconselhável manter a moderação. Uma fertilização demasiado intensa favorece o crescimento das folhas e dos rebentos em detrimento do número de flores. Recomendam-se as seguintes abordagens:</p>
<ul>
<li>Fertilizante de libertação lenta incorporado no substrato no início da estação, ou</li>
<li>fertilizante líquido para plantas com flores aproximadamente a cada 3–4 semanas.</li>
</ul>
<h2><b>Cuidados simples durante todo o verão</b></h2>
<p>Cuidar da diascia não é complicado, mas requer algumas tarefas regulares. A mais importante delas é a remoção das flores murchas. Assim, a planta não precisa de gastar energia na produção de sementes e desenvolve novos botões muito mais rapidamente.</p>
<p>A meio do verão, quando o calor se faz sentir, a planta pode abrandar temporariamente a floração ou ficar mais rala. Nessa altura, é hora de pegar nas tesouras de jardinagem e cortar os ramos em cerca de um terço do seu comprimento. Esse «lifting de verão» revigora a planta e, em 2 a 3 semanas, ela volta a ficar repleta de flores.</p>
<blockquote>
<p><i>A podaça a meio do verão, combinada com uma ligeira adubação e rega regular, desencadeia frequentemente uma segunda onda de floração muito abundante, que se prolonga até ao outono.</i></p>
</blockquote>
<p>Se os ramos individuais crescerem demasiado, podem ser podados continuamente. A planta recompensará com uma silhueta ainda mais densa e um maior número de flores.</p>
<h2><b>Como ter mais diascias de graça?</b></h2>
<p>Para os jardineiros de varanda pacientes, uma opção interessante é a propagação da diascia a partir de estacas. É mais fácil do que parece:</p>
<ul>
<li>Na primavera ou no outono, escolha um rebento saudável que não esteja a florir.</li>
<li>Corte um pedaço com cerca de 10 cm de comprimento.</li>
<li>Remova as folhas inferiores e deixe apenas algumas no topo.</li>
<li>Enfie a estaca num substrato leve e permeável para enraizamento.</li>
<li>Mantenha uma humidade constante e moderada e um local luminoso, sem sol direto e intenso.</li>
</ul>
<p>As estacas de outono devem passar o inverno numa sala fria e luminosa, a uma temperatura de aproximadamente 10–15 °C, para não congelarem. Só poderão ser colocadas na varanda na próxima estação.</p>
<h2><b>O que combinar com a diascia em floreiras de varanda?</b></h2>
<p>Esta planta combina muito bem com outras espécies com necessidades semelhantes. Para um efeito atraente, combine-a com plantas de altura diferente, mas de cores semelhantes ou contrastantes. Algumas combinações inspiradoras podem ser:</p>
<p><b>S verbena</b> – para composições baixas e densas em tons pastel.</p>
<p><b>S petúnia ou surfínia</b> – para cascatas mistas muito exuberantes e «transbordantes».</p>
<p>S lobélia – quando quiser obter composições delicadas e arejadas com predominância de azul e rosa.</p>
<p>Não se esqueça também das folhas decorativas: a pequena e florida diascia fica interessante ao lado de plantas com folhas maiores e ornamentais, que criam um fundo tranquilo para o espetáculo colorido das flores.</p>
<h2><b>A que deve prestar atenção ao planear um balcão cheio de flores?</b></h2>
<p>A diascia é uma planta relativamente resistente, mas não tolera bem os extremos. Variações bruscas na humidade do substrato, rega excessiva prolongada ou água estagnada no tabuleiro enfraquecem rapidamente as raízes. No ar seco e quente, pode tornar-se alvo de ácaros e pulgões – por isso, vale a pena inspecionar as folhas de perto de vez em quando.</p>
<p>Uma rega bem planeada, uma fertilização moderada e aquele único gesto crucial na primavera – a poda das pontas das plantas jovens – costumam ser suficientes para que as floreiras do balcão com diascia tenham um aspeto espetacular desde as primeiras semanas quentes até ao frio do outono. Para muitos entusiastas, é precisamente esta planta discreta e em cascata que se torna, temporada após temporada, a clara número um.</p>
</p></div>
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		<title>Menor do que um grão de sal: cientistas criam o menor robô autônomo do mundo, capaz de se mover e processar dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CodeLife]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 14:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias incríveis]]></category>
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					<description><![CDATA[Robôs solares de tamanho microscópico operam sem fios e executam tarefas autônomas que ampliam o alcance da robótica moderna Cientistas dos Estados Unidos criaram o menor robô autônomo e programável do mundo. Seu tamanho impedia que fosse visto a olho nu. Ele funcionou com energia solar por vários meses e custou menos de US$ 0,01 [&#8230;]]]></description>
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<p>Robôs solares de tamanho microscópico operam sem fios e executam tarefas autônomas que ampliam o alcance da robótica moderna Cientistas dos Estados Unidos criaram o menor robô autônomo e programável do mundo. Seu tamanho impedia que fosse visto a olho nu. Ele funcionou com energia solar por vários meses e custou menos de US$ 0,01 por unidade. O avanço ampliou o alcance da robótica na medicina e nos processos industriais. Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia e da Universidade de Michigan apresentaram a tecnologia na <i>Science Robotics</i> e na <i>PNAS</i>.</p>
<p>Esses microrrobôs mediam entre 200 e 300 micrómetros de altura e 50 micrómetros de largura. A equipa científica indicou que a redução atingiu uma escala 10.000 vezes menor do que o habitual em robótica. O objetivo era abrir um novo campo para máquinas programáveis em dimensões microscópicas. A miniaturização eletrônica avançou rapidamente nas últimas décadas. O mesmo não aconteceu com a robótica. O setor enfrentou um impedimento técnico que dificultou a operação autónoma abaixo da escala de um milímetro. O problema persistiu por quase 40 anos. A física nesse tamanho mudou completamente.</p>
<p></p>
<h2>Um sistema de movimento baseado na «natação» microscópica</h2>
<p>Para superar o desafio, os investigadores desenvolveram uma forma diferente de propulsão. Cada robô gerou um campo elétrico que deslocou íons no líquido próximo. Esses íons empurraram moléculas de água e criaram um fluxo impulsionador. O movimento imitou um tipo de natação eficaz nessa escala. Os robôs ajustaram o campo elétrico para realizar deslocamentos complexos. Eles também agiram em grupos coordenados com movimentos comparáveis a um cardume. A velocidade atingiu até um comprimento corporal por segundo. A ausência de peças móveis proporcionou durabilidade e permitiu a manipulação repetida sem danos.</p>
<p>O desenvolvimento do sistema autónomo foi complementado com a contribuição do laboratório de David Blaauw, na Universidade de Michigan. A equipa criou alguns dos computadores mais pequenos do mundo. O desafio consistiu em operar com apenas 75 nanoWatts, um valor 100.000 vezes menor do que o consumo de um relógio inteligente. Os circuitos foram projetados para funcionar com voltagens muito baixas e reduziram o consumo de energia em mais de mil vezes. O grupo científico reconfigurou a forma de armazenar e executar instruções. A programação foi comprimida para se ajustar a uma memória microscópica sem perder capacidade operacional.</p>
<h2>Robôs que detectam temperatura e enviam sinais</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3061" src="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/Без-названия.jpg" alt="" width="1200" height="800" srcset="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/Без-названия.jpg 1200w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/Без-названия-300x200.jpg 300w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/Без-названия-1024x683.jpg 1024w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/Без-названия-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px"/></p>
<p>Os microrrobôs incorporaram sensores capazes de medir a temperatura com uma precisão aproximada de 0,3 °C. Essa qualidade permitiu deslocamentos para zonas mais quentes e tarefas de monitoramento térmico. Para comunicar os dados, a equipa criou um sistema baseado em sequências de movimento. Cada robô codificou as informações em um padrão reconhecível sob um microscópio com câmara. A técnica lembrava a maneira como as abelhas transmitem informações por meio de deslocamentos.</p>
<p>Cada unidade também tinha um código único, o que facilitou a programação individual por meio de pulsos de luz. Com isso, diferentes robôs assumiram funções específicas dentro da mesma missão. Os investigadores explicaram que esta versão funciona como base para melhorias futuras. Os robôs poderiam executar programas mais complexos e integrar sensores adicionais. Também poderiam aumentar a velocidade e operar em ambientes mais exigentes. A expectativa aponta para novas aplicações na medicina, sobretudo no acompanhamento de células individuais. O setor industrial também poderia beneficiar-se com ferramentas capazes de construir ou inspecionar dispositivos em escalas microscópicas.<i/></p>
</p></div>
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