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	<title>Aviso &#8211; Maputo News</title>
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		<title>Aviso sobre fraudes durante as férias: como evitá-las ao pagar com cartão e código QR</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jan 2026 12:10:53 +0000</pubDate>
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<p>No auge da alta temporada, aumenta o risco de fraudes ao pagar em bares, restaurantes e lojas turísticas. Quais são os métodos mais comuns e quais medidas ajudam a combatê-los O crescimento dos pagamentos digitais é um fenómeno global, e não ficou de fora. Isso é facilitado pela expansão do uso de carteiras virtuais e pagamentos eletrónicos. No entanto, a disseminação em massa desses meios também levou ao aumento das fraudes relacionadas ao uso de cartões físicos, especialmente em locais turísticos.</p>
<h2>Os tipos mais comuns de fraude em locais turísticos</h2>
<p>Bares, restaurantes, táxis, hotéis e lojas localizados em locais com grande fluxo de pessoas geralmente estão sujeitos a alguns dos riscos mais comuns. Entre as fraudes mais comuns está a chamada «substituição» do cartão, que ocorre quando o cartão sai do campo de visão do cliente e é substituído por outro cartão semelhante. Em questão de segundos, o cartão original pode ser fotografado, copiado ou diretamente substituído, sem que o utilizador perceba nada.</p>
<p>A estas práticas acrescenta-se a clonagem através de terminais de pagamento falsos. Trata-se de terminais POS modificados, destinados a ler os dados do cartão e, em alguns casos, também o código PIN. Apesar de os sistemas de pagamento terem melhorado significativamente nos últimos anos, este tipo de fraude continua a existir e representa uma das principais ameaças para quem utiliza a banda magnética ou entrega o cartão para realizar uma transação. «O erro mais comum é confiar cegamente no uso do cartão físico, quando hoje existem alternativas digitais muito mais seguras e rastreáveis. Os pagamentos digitais, seja por QR ou Pix, quando não é necessária a entrega física do cartão ou do telemóvel, reduzem significativamente o risco de fraude», afirma Sebastián Cisseles, diretor-geral da Vesseo.</p>
<p></p>
<p>Em destinos turísticos, um dos pontos críticos surge quando o pagamento não é feito na presença do cliente. Em restaurantes ou bares, os funcionários muitas vezes levam o cartão para outro local para processar o pagamento. Esse curto intervalo de tempo é suficiente para copiar os dados ou substituir o cartão, o que posteriormente leva a despesas não autorizadas, que o utilizador só descobre ao verificar o extrato. Outro ponto a ser observado são os terminais de pagamento em mau estado ou improvisados. Terminais POS com telas danificadas, conexões instáveis ou dispositivos que não permitem ver claramente o valor e a moeda representam um risco adicional. Nesses casos, os especialistas recomendam escolher outro método de pagamento ou ir imediatamente para outro estabelecimento comercial para evitar mais inconvenientes.</p>
<p>Outro tipo de fraude identificado está relacionado com os vendedores ambulantes nas praias. No Portugal, é conhecido como <i>«</i><i>golpe da maquininha</i><i>», </i>que significa «fraude com terminal». Ocorre quando um turista compra um produto barato e, quando vai pagar a compra com o telemóvel através de um código QR ou cartão, o vendedor começa a distrair a atenção da vítima, às vezes com a ajuda de um cúmplice. Nesse momento, o valor no terminal POS (ou no telemóvel usado como tal) é alterado e a venda é realizada por um preço significativamente superior ao acordado. Assim, uma pessoa que queria pagar 5 reais por um refrigerante na praia pode acabar pagando 500 ou 5000.</p>
<h2>Quais medidas ajudam a reduzir o risco</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3432" src="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-61.jpg" alt="" width="1200" height="800" srcset="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-61.jpg 1200w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-61-300x200.jpg 300w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-61-1024x683.jpg 1024w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-61-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px"/></p>
<p>O uso da banda magnética é outro fator que aumenta a vulnerabilidade. Ao contrário dos pagamentos sem contacto, carteiras digitais ou transferências, esse sistema facilita a clonagem do cartão. Por esse motivo, a prioridade dos meios de pagamento eletrónicos que não requerem contacto físico com o cartão está a tornar-se uma prática cada vez mais comum entre os viajantes. A configuração de alertas em tempo real é outra ferramenta importante para reduzir as consequências de possíveis fraudes. Notificações instantâneas sobre cada transação permitem detectar imediatamente movimentos suspeitos e reagir rapidamente. Assim, o utilizador pode bloquear o cartão, recusar a operação e evitar a acumulação de débitos não autorizados.</p>
<p>Verificar o valor antes de confirmar o pagamento é outra das principais recomendações. Verificar no ecrã do terminal POS se o valor e a moeda estão corretos ajuda a evitar débitos indevidos, especialmente em transações no estrangeiro, onde podem surgir despesas em moeda estrangeira sem o consentimento do cliente. O uso de redes Wi-Fi públicas também acarreta um risco adicional ao realizar transações financeiras. Em áreas turísticas, hotéis, bares e aeroportos, geralmente são oferecidas conexões abertas, que nem sempre têm o nível de segurança necessário. Por esse motivo, é recomendável realizar pagamentos e operações bancárias apenas através de redes seguras ou usando dados móveis.</p>
</p></div>
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