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	<title>às &#8211; Maputo News</title>
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		<title>Fraudes em caixas eletrônicos: da clonagem às câmeras espiãs</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:31:32 +0000</pubDate>
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<p>Entre as orientações das autoridades financeiras estão: verificar o terminal antes de realizar o saque, cobrir o teclado ao digitar a senha e recusar qualquer ajuda de estranhos A clonagem de cartões, a captura de senhas pessoais por meio de câmaras ocultas e a manipulação de caixas eletrônicos com dispositivos clandestinos <i>compõem o repertório de fraudes</i> mais frequentes em terminais bancários físicos. A isso se soma o uso de engenharia social, uma modalidade que envolve pessoas fingindo precisar de ajuda para obter informações confidenciais, <i>completando o leque de ameaças presentes nos caixas eletrônicos.</i></p>
<p>Perante este cenário preocupante, <b>revisar a máquina, recusar ajuda de estranhos e destruir os recibos consolidam-se como as primeiras linhas de defesa</b>, enquanto o conhecimento atualizado dos riscos e as ferramentas tecnológicas constituem aliados indispensáveis na proteção das contas pessoais. <b>A revisão visual do caixa eletrônico antes de realizar qualquer transação representa uma das principais recomendações de especialistas e autoridades bancárias.</b> O Banco de Espanha sugere examinar o leitor de cartões, o teclado e o dispensador de dinheiro para confirmar que não apresentam dispositivos estranhos ou acessórios fora do comum.</p>
<p>A presença de elementos adicionados, ranhuras suspeitas ou peças mal ajustadas pode ser o primeiro sinal de sistemas concebidos para clonar cartões ou capturar informações pessoais. Além disso, <b>os utilizadores devem prestar atenção a mensagens invulgares no ecrã do multibanco ou pedidos atípicos</b>, como a introdução de dados adicionais. Perante qualquer um destes sinais, o mais seguro é cancelar imediatamente a operação e dirigir-se a uma agência ou canal oficial da instituição financeira.</p>
<h2><b>Por que é fundamental cobrir o teclado e não confiar em estranhos ao levantar dinheiro</b></h2>
<p></p>
<p>Proteger a introdução do PIN com a mão ou a carteira é uma ação simples que impede a captura de dados por câmaras ocultas. <b>O acesso ao número secreto (PIN) é um dos principais objetivos dos criminosos</b>, que utilizam desde câmaras ocultas até a observação direta para obtê-lo. O Banco de Espanha sugere usar a mão livre, um telefone ou a carteira para proteger a introdução do código. Este gesto, embora simples, é eficaz para frustrar as tentativas de roubo de informação. O mesmo aviso se estende ao manuseio do cartão, que deve ser inserido e retirado rapidamente para reduzir o período de exposição. Simultaneamente, <b>a oferta de ajuda por parte de desconhecidos costuma ser usada como pretexto para distrair ou interferir na operação bancária.</b> Por isso, as diretrizes oficiais insistem em recusar qualquer assistência espontânea e, em caso de necessidade de apoio, recorrer exclusivamente ao pessoal autorizado.</p>
<h2><b>O que fazer se o caixa retiver o dinheiro ou apresentar falhas</b></h2>
<p>Armadilhas físicas no distribuidor podem reter notas sem que o utilizador perceba no momento da retirada. <b>Existem armadilhas que podem reter notas no distribuidor de dinheiro</b>, que depois são recuperadas por quem manipulou a máquina. Perante estas situações, <b>o Banco de Espanha sugere não se afastar antes de confirmar o estado da operação e notificar imediatamente a instituição financeira se o dinheiro não for entregue.</b> Informar imediatamente pode limitar o impacto económico e facilitar a recuperação dos fundos. O Banco de Espanha destaca que, em caso de fraude, a pessoa afetada deve apresentar queixa às autoridades competentes e facilitar a investigação com o máximo de dados possível. Esta sequência de ações otimiza as probabilidades de solução e reforça o trabalho preventivo das instituições.</p>
<h2><b>Por que razão os recibos devem ser destruídos e o dinheiro guardado em privado</b></h2>
<p>Embora o recibo forneça pouca informação, <b>podem constar fragmentos do número do cartão ou detalhes do saldo disponível.</b> As autoridades sugerem recolher o recibo e destruí-lo se não for guardado, para impedir que esses dados fiquem disponíveis para estranhos. Da mesma forma, <b>é importante guardar o dinheiro e o cartão antes de se afastar do terminal.</b> Organizar os pertences ou contar notas nas imediações aumenta o risco de distração e vulnerabilidade. A concentração nestes momentos é decisiva para evitar roubos ou perdas acidentais, porque os criminosos costumam escolher utilizadores distraídos como alvo.</p>
</p></div>
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		<title>Adeus às cadeiras de sempre: há uma nova tendência que é mais confortável e elegante</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 15:05:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias incríveis]]></category>
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<p>Durante décadas, as cadeiras foram as protagonistas indiscutíveis das cozinhas e salas de jantar de todo o mundo. No entanto, o mundo da decoração está em constante transformação e, em 2026, a hegemonia das cadeiras chegará ao fim, tal como prevêem os designers de interiores. Mas que elemento poderia substituir as cadeiras tradicionais, tanto a nível estético como funcional? Os bancos de obra, uma proposta que combina elegância e conforto. Tradicionalmente, são associados a casas de campo ou terraços exteriores, mas agora são reinterpretados com materiais nobres, acabamentos cuidados e linhas contemporâneas, e integram-se em casas modernas e funcionais.</p>
<p>O resultado são espaços que fluem em harmonia e que respondem a um estilo de vida mais relaxado e funcional. Longe de ser um simples elemento decorativo, os bancos de obra integram-se em cozinhas e salas de jantar, e até mesmo em recantos de leitura e hall de entrada. São projetados especificamente para cada espaço da casa, permitindo aproveitar ao máximo cada centímetro disponível. A nível estético, proporcionam uma sensação de continuidade muito elegante e difícil de conseguir com cadeiras convencionais.</p>
<p></p>
<p>Uma das principais razões pelas quais estão a ganhar protagonismo a passos largos é a sua estética limpa e intemporal. Estão totalmente integrados na arquitetura e, por isso, não quebram a harmonia do conjunto nem geram ruído visual. São, portanto, os melhores aliados para quem procura equilíbrio e serenidade. Os materiais desempenham um papel muito importante. Os bancos de obra podem ser revestidos com cerâmica, madeira natural ou pedra, entre outros, pelo que é muito fácil adaptá-los ao estilo decorativo de cada casa. Quando combinados com fibras naturais ou tons neutros, transmitem uma sensação de calma e sofisticação muito difícil de conseguir com cadeiras convencionais.</p>
<p>A nível funcional, em casas pequenas, são um recurso muito valorizado porque permitem otimizar cada espaço e ganhar amplitude visual. Os bancos de obra dispensam pernas e encostos volumosos, facilitando a circulação e liberando o passagem. Além disso, muitos dos modelos que se podem encontrar atualmente no mercado têm arrumação oculta debaixo do assento, o que reforça a ideia de uma casa mais organizada e adaptada às necessidades das famílias do século XXI. O regresso dos bancos de obra também responde à busca de autenticidade, uma das mudanças mais significativas no design de interiores dos últimos anos. Em contrapartida à produção em série de mobiliário que dominou o mercado durante várias décadas, o feito à medida está a ganhar valor. Neste contexto, cada banco é único e conta uma determinada história. O seu material, forma e acabamento adaptam-se com precisão à arquitetura, tornando-se assim uma peça que define o caráter da casa e o estilo de vida de quem nela habita.</p>
</p></div>
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