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	<title>Finanças &#8211; Maputo News</title>
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		<title>Rio de ouro: a descoberta do milênio que pertence a um só país</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:50:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta é uma descoberta sem precedentes na história deste mineral. Lá, o ouro corre na água. No norte de Espanha, uma surpreendente descoberta colocou mais uma vez uma pequena aldeia no centro das atenções: um rio cheio de ouro, que marcou um ponto de viragem na sua história. Esta descoberta não é uma lembrança do [&#8230;]]]></description>
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<p>Esta é uma descoberta sem precedentes na história deste mineral. Lá, o ouro corre na água. No norte de <b>Espanha</b>, uma surpreendente <b>descoberta</b> colocou mais uma vez uma pequena aldeia no centro das atenções: <b>um rio</b> cheio de <b>ouro</b>, que marcou um ponto de viragem na sua história. Esta descoberta não é uma lembrança do passado, mas demonstra que a riqueza do ouro ainda está viva nesta região e continua a despertar o interesse de investigadores e curiosos. Nalvez, uma aldeia localizada no centro das <b>Astúrias</b>, dedica-se à mineração de ouro no rio, que é uma tradição histórica antiga. É uma técnica manual de extração de ouro dos sedimentos do rio, usando uma calha para separar os materiais pesados dos mais leves.</p>
<h2><b>Sem precedentes: ouro no fundo do rio</b></h2>
<p>O ouro encontrado no rio Nalwegas provém dos <b>sedimentos fluviais</b>. Estes formaram-se há milhões de anos na parte ocidental das Astúrias. As rochas encontradas no subsolo desta zona contêm pequenas quantidades de ouro e, em resultado de processos geológicos como a erosão, a água e o desgaste natural, foram arrastadas pela corrente do rio. A presença de ouro em Nalwegas também está relacionada com a <b>atividade tectónica e vulcânica</b> característica do passado geológico da região cantábrica. Neste sentido, o contexto favoreceu a circulação de fluidos hidrotermais saturados com minerais. À medida que arrefeceram e se infiltraram através de fendas, os fluidos formaram minerais como o ouro.</p>
<p></p>
<h2><b>Campeonato Nacional de Garimpo de Ouro: em que consiste</b></h2>
<p>A cidade de Nalwegas é a estrela do <b>Campeonato Nacional de Garimpo de Ouro</b>. Esta técnica remonta à época romana e é agora uma atividade turística cujo principal objetivo é extrair o minério. Os participantes competem na velocidade e precisão da sua técnica de extração. Este desporto é realizado nas categorias individual e por equipas. Entre 10 e 20 quilos de areia são usados em cada ronda. Entre 5 e 20 pepitas de ouro são colocadas na areia, que devem ser encontradas pelos participantes.</p>
<h2><b>O Império Romano e o surgimento do rio de ouro</b></h2>
<p>Como mencionado acima, o ouro, uma das principais características da <b>região norte de Espanha</b>, surgiu durante o <b>Império Romano</b>. Durante esse período, essa área foi uma das mais importantes e proeminentes no campo da mineração de ouro. Essa prática foi introduzida por engenheiros romanos. Hoje, esse legado foi transformado em <b>atividades turísticas, educativas e culturais</b>. A mineração de ouro não é mais um modo de vida, mas continua a ser uma forma de transmitir conhecimento, promover o turismo rural e celebrar a conexão entre a natureza e a história.</p>
</p></div>
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		<title>Lixo precioso: objetos comuns que contêm ouro de 22 quilates</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:03:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ouro e a reciclagem: um método que extrai minerais de componentes eletrónicos Outra descoberta, proveniente da Austrália, despertou o interesse de setores relacionados com o método de reciclagem pelo qual se obtém ouro em componentes eletrónicos. A chave está num processo que consegue obter ouro de altíssima pureza sem depender de produtos químicos perigosos que [&#8230;]]]></description>
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<h2>O ouro e a reciclagem: um método que extrai minerais de componentes eletrónicos</h2>
<p>Outra descoberta, proveniente da <b>Austrália</b>, despertou o interesse de setores relacionados com o método de reciclagem pelo qual se obtém ouro em componentes eletrónicos. A chave está num processo que consegue obter ouro de altíssima pureza sem depender de produtos químicos perigosos que costumam prejudicar o meio ambiente. Os primeiros resultados divulgados pelos investigadores revelam números surpreendentes: <b>o material obtido ultrapassa 99% de pureza</b>, um nível difícil de alcançar mesmo com técnicas tradicionais de refinação.</p>
<h2><b>A nova abordagem para a recuperação de ouro</b></h2>
<p>A equipa interdisciplinar da Flinders University, na Austrália, desenvolveu <b>um procedimento que substitui o uso de cianeto</b>, um dos compostos mais questionados por sua toxicidade, pelo ácido tricloroisocianúrico (TCCA), uma substância comumente usada na desinfecção da água. Uma equipa de investigadores da ETH Zurich (Suíça) descobriu um processo inovador que permite a extração de ouro de 22 quilates a partir de componentes eletrónicos descartados. Imagem: arquivo.</p>
<p>Mas o verdadeiro avanço está na utilização de um <b>polímero de enxofre</b> capaz de se ligar seletivamente ao ouro dissolvido. Após um processo controlado de aquecimento ou tratamento químico, o metal precioso é libertado na sua forma pura e o polímero pode ser reutilizado, o que torna o método uma opção sustentável e económica Além desta descoberta, um grupo de <b>investigadores da ETH Zurich</b>, na Suíça, desenvolveu um processo inovador que permite extrair ouro de 22 quilates a partir de componentes eletrónicos descartados.</p>
<p></p>
<h2><b>Como isso afeta a produção de emprego e a economia?</b></h2>
<p>Este avanço não só abre as portas para uma reciclagem mais segura de componentes eletrónicos, mas também propõe<b> uma mudança de paradigma na mineração</b>. Ao dispensar o cianeto, o novo processo reduz os riscos ambientais e sanitários, trazendo soluções alinhadas com a economia circular.</p>
<p>Entre seus principais benefícios destacam-se:</p>
<ol>
<li><b>Redução de resíduos eletrónicos</b></li>
<li><b>Recuperação eficaz de ouro</b></li>
<li><b>Geração de emprego</b></li>
<li><b>Impulso à economia circular</b></li>
</ol>
<h3><b>Rumo a uma nova era na gestão de resíduos eletrónicos</b></h3>
<p>Além disso, estima-se que a inovação possa criar <b>novas oportunidades de emprego</b> em áreas como gestão de resíduos tecnológicos, engenharia química e sustentabilidade industrial.</p>
<p>A descoberta, ainda em fase de investigação, já projeta um futuro onde a extração de ouro se torna mais limpa e eficiente, com benefícios tanto económicos como ecológicos.</p>
</div>
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		<title>O maior depósito de ouro em 76 anos: 1440 toneladas descobertas</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:04:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A descoberta do jazigo Dadonggou O jazigo Dadonggou está localizado no leste de Liaoning, embora as autoridades não tenham revelado a sua localização exata por motivos estratégicos. De acordo com dados oficiais, o local abriga 2,586 milhões de toneladas de minério, cuja pureza de 0,56 gramas se traduz em 1.444 toneladas de ouro. Esta informação já [&#8230;]]]></description>
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<div>
<h2><b>A descoberta do jazigo Dadonggou</b></h2>
<p>O jazigo Dadonggou está localizado no leste de Liaoning, embora as autoridades não tenham revelado a sua localização exata por motivos estratégicos. De acordo com dados oficiais, o local abriga <b>2,586 milhões de toneladas de minério</b>, cuja pureza de 0,56 gramas se traduz em 1.444 toneladas de ouro. Esta informação já passou pela avaliação económica para uma futura exploração.</p>
<p>Local de operações de perfuração na mina de ouro de Dadonggou, província de Liaoning, nordeste da China. Foto: Ministério de Recursos Naturais</p>
<p>De acordo com o Ministério chinês, a investigação incluiu estudos do subsolo e análises avançadas das veias. Esta descoberta vem somar-se a uma série de descobertas importantes que a China fez nos últimos anos, como o depósito de 1.000 toneladas em Hunan e outro de 40 toneladas em Gansu, ambos registados em 2024.</p>
<p></p>
<h2><b>A procura e o preço do ouro aumentaram</b></h2>
<p>A descoberta surge num contexto de crescente interesse pelo ouro a nível global. Só em 2024, o preço do metal <b>aumentou mais de 50 %</b>, impulsionado pela incerteza económica, pela inflação e pelas compras dos bancos centrais nas economias emergentes. Neste cenário, o ouro consolidou-se como um ativo refúgio para preservar o valor face à volatilidade dos mercados.</p>
<p>A China não só aumentou a sua produção, atingindo<b> 377,24 toneladas em 2024</b>, como também registou um forte aumento no consumo interno. De acordo com dados oficiais, a demanda nacional atingiu 985,31 toneladas, com um crescimento de 24% na compra de barras e moedas. Essa tendência reflete o interesse da classe média chinesa em proteger seu patrimônio em meio a um cenário econômico incerto.</p>
</div>
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		<title>Fraudes em caixas eletrônicos: da clonagem às câmeras espiãs</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:31:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entre as orientações das autoridades financeiras estão: verificar o terminal antes de realizar o saque, cobrir o teclado ao digitar a senha e recusar qualquer ajuda de estranhos A clonagem de cartões, a captura de senhas pessoais por meio de câmaras ocultas e a manipulação de caixas eletrônicos com dispositivos clandestinos compõem o repertório de [&#8230;]]]></description>
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<p>Entre as orientações das autoridades financeiras estão: verificar o terminal antes de realizar o saque, cobrir o teclado ao digitar a senha e recusar qualquer ajuda de estranhos A clonagem de cartões, a captura de senhas pessoais por meio de câmaras ocultas e a manipulação de caixas eletrônicos com dispositivos clandestinos <i>compõem o repertório de fraudes</i> mais frequentes em terminais bancários físicos. A isso se soma o uso de engenharia social, uma modalidade que envolve pessoas fingindo precisar de ajuda para obter informações confidenciais, <i>completando o leque de ameaças presentes nos caixas eletrônicos.</i></p>
<p>Perante este cenário preocupante, <b>revisar a máquina, recusar ajuda de estranhos e destruir os recibos consolidam-se como as primeiras linhas de defesa</b>, enquanto o conhecimento atualizado dos riscos e as ferramentas tecnológicas constituem aliados indispensáveis na proteção das contas pessoais. <b>A revisão visual do caixa eletrônico antes de realizar qualquer transação representa uma das principais recomendações de especialistas e autoridades bancárias.</b> O Banco de Espanha sugere examinar o leitor de cartões, o teclado e o dispensador de dinheiro para confirmar que não apresentam dispositivos estranhos ou acessórios fora do comum.</p>
<p>A presença de elementos adicionados, ranhuras suspeitas ou peças mal ajustadas pode ser o primeiro sinal de sistemas concebidos para clonar cartões ou capturar informações pessoais. Além disso, <b>os utilizadores devem prestar atenção a mensagens invulgares no ecrã do multibanco ou pedidos atípicos</b>, como a introdução de dados adicionais. Perante qualquer um destes sinais, o mais seguro é cancelar imediatamente a operação e dirigir-se a uma agência ou canal oficial da instituição financeira.</p>
<h2><b>Por que é fundamental cobrir o teclado e não confiar em estranhos ao levantar dinheiro</b></h2>
<p></p>
<p>Proteger a introdução do PIN com a mão ou a carteira é uma ação simples que impede a captura de dados por câmaras ocultas. <b>O acesso ao número secreto (PIN) é um dos principais objetivos dos criminosos</b>, que utilizam desde câmaras ocultas até a observação direta para obtê-lo. O Banco de Espanha sugere usar a mão livre, um telefone ou a carteira para proteger a introdução do código. Este gesto, embora simples, é eficaz para frustrar as tentativas de roubo de informação. O mesmo aviso se estende ao manuseio do cartão, que deve ser inserido e retirado rapidamente para reduzir o período de exposição. Simultaneamente, <b>a oferta de ajuda por parte de desconhecidos costuma ser usada como pretexto para distrair ou interferir na operação bancária.</b> Por isso, as diretrizes oficiais insistem em recusar qualquer assistência espontânea e, em caso de necessidade de apoio, recorrer exclusivamente ao pessoal autorizado.</p>
<h2><b>O que fazer se o caixa retiver o dinheiro ou apresentar falhas</b></h2>
<p>Armadilhas físicas no distribuidor podem reter notas sem que o utilizador perceba no momento da retirada. <b>Existem armadilhas que podem reter notas no distribuidor de dinheiro</b>, que depois são recuperadas por quem manipulou a máquina. Perante estas situações, <b>o Banco de Espanha sugere não se afastar antes de confirmar o estado da operação e notificar imediatamente a instituição financeira se o dinheiro não for entregue.</b> Informar imediatamente pode limitar o impacto económico e facilitar a recuperação dos fundos. O Banco de Espanha destaca que, em caso de fraude, a pessoa afetada deve apresentar queixa às autoridades competentes e facilitar a investigação com o máximo de dados possível. Esta sequência de ações otimiza as probabilidades de solução e reforça o trabalho preventivo das instituições.</p>
<h2><b>Por que razão os recibos devem ser destruídos e o dinheiro guardado em privado</b></h2>
<p>Embora o recibo forneça pouca informação, <b>podem constar fragmentos do número do cartão ou detalhes do saldo disponível.</b> As autoridades sugerem recolher o recibo e destruí-lo se não for guardado, para impedir que esses dados fiquem disponíveis para estranhos. Da mesma forma, <b>é importante guardar o dinheiro e o cartão antes de se afastar do terminal.</b> Organizar os pertences ou contar notas nas imediações aumenta o risco de distração e vulnerabilidade. A concentração nestes momentos é decisiva para evitar roubos ou perdas acidentais, porque os criminosos costumam escolher utilizadores distraídos como alvo.</p>
</p></div>
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		<title>Uma descoberta que muda a história: encontram uma montanha repleta de ouro e tudo pertence a um único país</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 12:08:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Trata-se de uma grande acumulação de riqueza num continente subdesenvolvido. Os detalhes. O mundo da mineração e da geologia frequentemente apresenta cenários atípicos. Trata-se de uma descoberta que muitos especialistas consideram única: uma espécie de montanha cujo interior guarda uma riqueza em ouro e que despertou a atenção de investigadores, economistas e governos. A descoberta [&#8230;]]]></description>
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<p>Trata-se de uma grande acumulação de riqueza num continente subdesenvolvido. Os detalhes. O mundo da mineração e da geologia frequentemente apresenta cenários atípicos. Trata-se de uma <b>descoberta</b> que muitos especialistas consideram única: uma espécie de montanha cujo interior guarda uma riqueza em <b>ouro</b> e que despertou a atenção de investigadores, economistas e governos.</p>
<p>A descoberta surpreende não só pela magnitude do tesouro que encerra, mas também pela forma como <b>se formou há milhares de milhões de anos</b>. Os geólogos afirmam que não existem outros locais com uma concentração semelhante, o que torna este território um ponto-chave para compreender a história do ouro na Terra. Embora os rumores e mitos em torno das montanhas douradas existam desde a antiguidade, desta vez <b>a ciência corrobora a história</b>. Trata-se de um depósito que redefine a forma como se explica a acumulação do metal precioso e, acima de tudo, como um único país conseguiu concentrar uma parte da sua riqueza natural.</p>
<h2>Os detalhes da montanha repleta de ouro</h2>
<p></p>
<p>O local onde se concentra esta descoberta fica na África do Sul e chama-se Witwatersrand. Lá, numa <b>vasta formação rochosa</b>, encontra-se o maior depósito aurífero do mundo. Estudos científicos revelam que mais de 40% do ouro extraído pela humanidade ao longo da sua história provém desta região. Longe de ser um mito moderno, a montanha de ouro de Witwatersrand foi formada <b>há cerca de 2,7 bilhões de anos</b>. Naquela época, antigos rios depositaram sedimentos carregados de partículas douradas que, com o tempo, ficaram presas em conglomerados de quartzo. Essa combinação geológica única explica por que a área se tornou a maior reserva conhecida do planeta.</p>
<h2>O impacto histórico e económico da montanha de ouro</h2>
<p>O ouro de Witwatersrand não só<b> transformou a economia sul-africana</b>, como também alterou o rumo global da mineração. Desde o final do século XIX, a região atraiu investimentos, trabalhadores e empresas de todo o mundo, dando origem à poderosa indústria aurífera sul-africana. De acordo com o<b> U.S. Geological Survey (USGS) </b>e publicações científicas de geologia econômica, mais de <b>40% do ouro</b> produzido pela humanidade ao longo da história registrada foi extraído desta região. Até hoje, essa descoberta continua sendo uma referência incontornável na história econômica mundial. A montanha de ouro da África do Sul é um exemplo de como um fenómeno geológico pode mudar o destino de um país inteiro e, ao mesmo tempo, deixar uma marca profunda no desenvolvimento da humanidade.</p>
</p></div>
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		<title>A descoberta do milénio. Moedas e barras de ouro encontradas num campo cultivado pertencem a um único país</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 10:13:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A descoberta arqueológica surpreende o mundo pela sua magnitude e pela antiguidade do tesouro escondido debaixo da terra. Um grupo de especialistas em arqueologia europeia confirmou a descoberta de um conjunto antigo de objetos de ouro numa zona rural perto da cidade de . A descoberta foi feita após trabalhos sistemáticos de exploração e estudo [&#8230;]]]></description>
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<p>A descoberta arqueológica surpreende o mundo pela sua magnitude e pela antiguidade do tesouro escondido debaixo da terra. Um grupo de especialistas em arqueologia europeia confirmou a descoberta de <b>um conjunto antigo de objetos de ouro</b> numa zona rural perto da cidade de<b> </b>. A descoberta foi feita após trabalhos sistemáticos de exploração e estudo das camadas subterrâneas, que permitiram descobrir objetos metálicos escondidos durante um longo período de tempo. De acordo com informações do <b>Museu e Galeria</b>, os objetos encontrados — entre os quais <b>moedas antigas e pequenos lingotes</b> — fornecem informações importantes sobre a <b>colonização celta da Europa Central</b>.</p>
<p>Os especialistas salientaram que a descoberta é notável não só pela sua <b>importância histórica</b>, mas também pelo seu <b>excelente estado de conservação</b>, o que facilitará futuras investigações sobre a dinâmica económica e cultural das comunidades que habitaram esta região há séculos. Os especialistas do Instituto Arqueológico da Academia das Ciências indicaram que a próxima fase da investigação se concentrará na análise isotópica do material. Esses testes permitirão determinar se o ouro foi extraído de jazidas locais ou chegou à região através de antigas redes comerciais, o que dará novas pistas sobre as rotas comerciais e a organização económica das comunidades que habitavam essa área.</p>
<h2>Ouro encontrado: como o tesouro foi descoberto</h2>
<p></p>
<p>A descoberta não aconteceu da noite para o dia e não foi resultado de um acaso. <b>Alguns anos antes de a descoberta ser tornada pública</b>, um amador de detectores de metais encontrou um pequeno fragmento que chamou a atenção dos especialistas. Era uma <b>antiga </b><b>moeda</b><b> de ouro</b>, cujo estilo permitiu datá-la aproximadamente no <b>século II a.C. </b>Essa primeira pista levou os arqueólogos profissionais a começarem a estudar a região com mais atenção. <b>Esta zona, atualmente utilizada para fins agrícolas</b>, foi sujeita a uma intervenção gradual e controlada, tendo em conta os ciclos de cultivo das culturas agrícolas. À medida que as escavações avançavam, começaram a aparecer neste local <b>conjuntos muito mais extensos e complexos de objetos metálicos</b>.</p>
<p>Os especialistas acreditam que o tesouro pode ter sido <b>enterrado intencionalmente</b>, seja para proteger a riqueza, seja como parte de <b>rituais relacionados com crenças antigas</b>. Durante os trabalhos, também foram encontrados <b>restos de animais e ferramentas metálicas</b>, o que confirma a hipótese de que este local tinha uma finalidade <b>cerimonial ou comercial</b>.</p>
<h2>Moedas, lingotes e peças únicas de ouro encontradas</h2>
<p>O museu e a galeria explicaram que neste local se concentra uma <b>quantidade excepcional de pequenos</b> objetos, mas com grande valor histórico. Entre eles predominam <b>moedas de ouro e prata</b>, embora também tenham sido encontrados <b>lingotes, fragmentos de pulseiras, brincos e escamas de ouro bruto</b>. O diretor da instituição destacou que muitos dos objetos estão em <b>excelente estado</b>, o que permitirá realizar pesquisas detalhadas sobre sua origem e uso. As imagens mostram <b>símbolos de animais e motivos solares</b>, característicos da <b>cultura celta</b>, que vivia na Europa Central.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3810" src="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/2-213.jpg" alt="" width="1200" height="795" srcset="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/2-213.jpg 1200w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/2-213-300x199.jpg 300w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/2-213-1024x678.jpg 1024w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/2-213-768x509.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px"/></p>
<p>Pontos-chave desta descoberta surpreendente:</p>
<ul>
<li><b>Mais de 500 moedas</b> de ouro e prata, muitas das quais com iconografia celta.</li>
<li><b>Lingotes e fragmentos de ouro bruto</b>, bem como pequenas joias pessoais.</li>
<li><b>Imagens de cavalos, javalis, sóis e divindades</b>, gravadas com grande detalhe.</li>
<li><b>Influência visível da cultura helenística</b>, com retratos e motivos de origem grega.</li>
</ul>
<h2>O que mostram as pesquisas científicas sobre a origem do ouro</h2>
<p>Especialistas do <b>Instituto Arqueológico da Academia das Ciências</b> indicaram que as próximas etapas da análise se concentrarão em <b>testes isotópicos avançados</b>. Essas pesquisas permitirão determinar se o ouro é proveniente de <b>minas locais</b> ou se chegou à região por <b>antigas rotas comerciais de longa distância</b>. A determinação da origem do metal ajudará a compreender melhor o <b>grau de ligação das comunidades celtas</b> com outros povos da Europa. Segundo os investigadores, esta descoberta oferece uma oportunidade única para estudar mais profundamente a <b>dinâmica económica, cultural e ritual</b> de uma fase crucial da história do continente.</p>
</p></div>
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		<title>O Bitcoin ficou preso na marca de US$ 95.000, e o fracasso da lei sobre criptomoedas nos EUA impede o seu crescimento</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 13:12:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A recusa da Coinbase em apoiar o projeto que propõe uma base regulatória para criptomoedas foi interpretada pelo mercado como um sinal negativo. O mercado de criptomoedas mostra uma ligeira tendência de queda. O Bitcoin (BTC), que atingiu US$ 97.000, caiu 0,2%, para US$ 95.481, depois que o projeto de lei sobre criptomoedas não foi [&#8230;]]]></description>
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<p>A recusa da Coinbase em apoiar o projeto que propõe uma base regulatória para criptomoedas foi interpretada pelo mercado como um sinal negativo. O mercado de criptomoedas mostra uma ligeira tendência de queda. O Bitcoin (BTC), que atingiu US$ 97.000, caiu 0,2%, para US$ 95.481, depois que o projeto de lei sobre criptomoedas não foi aprovado devido à oposição da Coinbase. No entanto, a moeda principal apresenta um crescimento semanal de 5,4%. O Ethereum (ETH) caiu 0,9%, para US$ 3.292, enquanto as altcoins são negociadas com variação.</p>
<h2>A lei sobre criptomoedas prejudica o crescimento do bitcoin</h2>
<p></p>
<p>O Comitê Bancário do Senado dos EUA adiou na quarta-feira a discussão do projeto de lei sobre criptomoedas, poucas horas depois de Brian Armstrong, diretor executivo da Coinbase Global Inc, ter manifestado o seu desacordo com a medida. Anteriormente, Armstrong criticou o projeto de lei nas suas redes sociais; ele se opõe à proibição de ações tokenizadas, às proibições de finanças descentralizadas, ao enfraquecimento da supervisão da Comissão de Negociação de Futuros de Mercadorias (CFTC) e aos «projetos de emendas que acabarão com as recompensas em stablecoins».</p>
<p>«Esta versão será significativamente pior do que o status quo atual. Preferimos a ausência de lei a uma lei ruim», explicou Armstrong, criticando a medida bipartidária. O otimismo em relação à lei, que proporcionaria uma base regulatória para esse mercado, aumentou ao longo da semana e, na verdade, provocou uma tendência ascendente, que levou o bitcoin a atingir a marca de US$ 97.000. No entanto, o seu atraso levou a uma diminuição do interesse por esses ativos de risco.</p>
</p></div>
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		<title>Dólares ou cartões: vantagens e desvantagens de cada forma de pagamento</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 09:31:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com o boom das viagens ao exterior devido ao dólar barato, é necessário conhecer as alternativas para aproveitar ao máximo as suas economias. Ao viajar para o exterior, nem sempre fica claro qual é a melhor forma de pagamento: levar dinheiro em dólares, trocá-lo pela moeda local, usar cartões ou utilizar aplicativos e carteiras digitais. [&#8230;]]]></description>
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<p>Com o boom das viagens ao exterior devido ao dólar barato, é necessário conhecer as alternativas para aproveitar ao máximo as suas economias. Ao viajar para o exterior, nem sempre fica claro qual é a melhor forma de pagamento: levar dinheiro em dólares, trocá-lo pela moeda local, usar cartões ou utilizar aplicativos e carteiras digitais. Cada alternativa tem consequências para a taxa de câmbio, os custos associados e a aceitação no destino, o que pode afetar diretamente o orçamento das férias. No caso de , que é o destino de férias preferido de muitos turistas no verão, vale a pena analisar as opções disponíveis antes da viagem para evitar taxas adicionais e obter a melhor relação qualidade/preço. A escolha do método de pagamento mais conveniente dependerá de fatores como facilidade de uso, comissões e disponibilidade em lojas e serviços</p>
<h2>O que é mais conveniente: opções de pagamento</h2>
<p>Para uma viagem ao exterior, um dos pontos mais importantes é saber quanto dinheiro temos e quais formas de pagamento são aceitas. Recentemente, houve um grande avanço na área de carteiras virtuais, mas não custa nada conhecer as vantagens do pagamento em dinheiro, seja em dólares, euro ou reais.</p>
<h3>Levar dólares e trocar</h3>
<p></p>
<p>Uma das opções recomendadas é viajar com dólares em dinheiro e trocá-los por reais na chegada. No início de 2026, a taxa de câmbio real pode ser vantajosa em comparação com outras opções, o que pode significar um custo menor ao trocar no destino. Essa opção permite garantir parte das despesas antes da viagem e evitar algumas sobretaxas de outros métodos de pagamento.</p>
<h3>Compra antes da viagem</h3>
<p>Também é possível comprar reais e levá-los consigo em dinheiro. Nos bancos oficiais, a taxa de câmbio pode ser competitiva, embora seja geralmente um pouco mais alta do que ao trocar dólares. Esta opção tem a vantagem de permitir que se providencie a moeda local antes de chegar ao país, evitando a necessidade de procurar imediatamente casas de câmbio à chegada.</p>
<h3>Pagamento com cartão de débito ou crédito em dólares</h3>
<p>Usar um cartão de débito ou crédito denominado em dólares é uma opção prática e segura para muitas despesas. Se o cartão estiver configurado para débito ou cobrança em dólares, as despesas serão convertidas a uma taxa semelhante à taxa de câmbio de dólares em dinheiro, sem a taxa adicional cobrada no pagamento. Esta forma permite não levar grandes quantias de dinheiro consigo e é amplamente aceita no comércio e na prestação de serviços.</p>
<h3>Pagamento com carteiras virtuais</h3>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3653" src="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/Credit-card-skimming_AdobeStock_326943622.jpeg" alt="" width="1200" height="800" srcset="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/Credit-card-skimming_AdobeStock_326943622.jpeg 1200w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/Credit-card-skimming_AdobeStock_326943622-300x200.jpeg 300w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/Credit-card-skimming_AdobeStock_326943622-1024x683.jpeg 1024w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/Credit-card-skimming_AdobeStock_326943622-768x512.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px"/></p>
<p>Uma alternativa mais recente e conveniente para alguns viajantes é o pagamento através do Pix, um sistema de pagamentos instantâneos, com carteiras virtuais. Nesse caso, os pagamentos são feitos a partir de uma conta em euro, que é convertida em criptomoeda e, em seguida, em reais, oferecendo uma taxa de câmbio intermediária e sem a taxa adicional de 30% cobrada no pagamento com cartão tradicional. Essa opção combina facilidade de uso e custo competitivo em muitos casos.</p>
<h3>Levantamentos em caixas automáticas</h3>
<p>Levantar dinheiro em caixas automáticas pode ser útil em casos de emergência ou para ter moeda local à mão, mas geralmente acarreta comissões adicionais que encarecem a taxa de câmbio. Esta alternativa é recomendada apenas como opção de reserva para casos imprevistos.</p>
<h3>Levar consigo</h3>
<p>A opção de levar consigo para trocar geralmente não é aconselhável, pois a taxa de câmbio aplicada costuma ser desfavorável e pode acarretar perdas significativas de valor. Esta opção limita-se a situações de emergência ou casos em que não há acesso a outras formas de pagamento. Em conclusão, para muitos viajantes, a combinação do pagamento com cartão em dólares e levar consigo uma certa quantia em dólares para troca é geralmente uma das opções mais convenientes, complementada pelo uso do Pix, quando possível, e pela necessidade de ter moeda local.</p>
</p></div>
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		<title>A mina de ouro mais antiga do mundo está localizada num único país: uma jazida histórica que impressiona pela sua profundidade</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jan 2026 09:16:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A jazida histórica, em atividade há várias gerações, tornou-se referência devido à sua idade e desenvolvimento subterrâneo. Ao longo de quase três séculos, a mina de ouro deixou a sua marca na história da mineração com impressionantes túneis subterrâneos. Embora a exploração comercial tenha cessado na década de 2000, o seu património histórico e geológico [&#8230;]]]></description>
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<p>A jazida histórica, em atividade há várias gerações, tornou-se referência devido à sua idade e desenvolvimento subterrâneo. Ao longo de quase três séculos, a mina de ouro deixou a sua marca na história da mineração com impressionantes túneis subterrâneos. Embora a exploração comercial tenha cessado na década de 2000, o seu património histórico e geológico continua a fascinar historiadores e geólogos.</p>
<p>Apesar de a exploração comercial ter cessado há várias décadas, a mina preservou as suas estruturas históricas e galerias, que permitem compreender a dimensão do depósito e a sua exploração ao longo dos séculos. A história deste lugar parece quase lendária: passagens centenárias, raízes coloniais e riquezas subterrâneas, ricas em metais, que ainda hoje despertam interesse, embora a mina já não esteja em funcionamento. Que segredos guardam as suas galerias, repletas de história industrial e geológica? Graças às suas características, este é um dos depósitos mais estudados e valiosos do Brasil e do mundo, tanto do ponto de vista histórico como geológico.</p>
<p></p>
<h2>A mina de ouro mais antiga de todas</h2>
<p>A mina de ouro Morro Velho começou a ser explorada em 1725 e é considerada uma das mais antigas minas de ouro do mundo em funcionamento contínuo, com atividade significativa até o início do século XXI. Localizada perto de Nova Lima, no estado de Minas Gerais, a mina foi adquirida em 1834 pela empresa britânica Saint John del Rey Mining Company, que a modernizou; mais tarde, passou para outros proprietários e hoje faz parte do património histórico ligado à AngloGold Ashanti Brasil Mineração.</p>
<p>Ao longo de mais de um século, especialmente até meados do século XX, a mina produziu cerca de 450 toneladas de ouro e atingiu uma profundidade de mais de 2400 metros abaixo do solo, o que, de acordo com dados do Serviço Geológico do Brasil (SGB), foi uma conquista de engenharia para a época. A mina continuou em funcionamento até o início dos anos 2000, quando a produção comercial oficial foi encerrada.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3484" src="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-64.jpg" alt="" width="1200" height="801" srcset="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-64.jpg 1200w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-64-300x200.jpg 300w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-64-1024x684.jpg 1024w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-64-768x513.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px"/></p>
<h2>O património geológico e histórico da mina de ouro mais antiga</h2>
<p>As rochas onde se localiza a mina de ouro Morro Velho fazem parte do cinturão de rochas verdes do Rio das Velhas, um ambiente arqueano excepcional para a mineralização do ouro. Este contexto geológico explica em parte por que este local continua a ser relevante, de acordo com dados da SGB. Hoje, embora a exploração comercial tenha sido interrompida por volta de 2003, a mina continua a ser um local de valor histórico e cultural; as suas galerias e instalações ajudam pesquisadores e visitantes a compreender a dimensão da sua história mineira no Brasil.</p>
</p></div>
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		<title>Todos jogam no lixo, mas contém ouro de 22 quilates que pode valer milhares de dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CodeLife]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 11:46:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma recente descoberta científica promete transformar o tratamento de resíduos eletrónicos. Uma descoberta científica promete mudar a forma como o mundo recupera ouro, oferecendo uma alternativa mais segura e eficiente que pode transformar indústrias inteiras. O que até agora parecia um desafio caro e poluente começa a vislumbrar uma saída inovadora. Um grupo de cientistas [&#8230;]]]></description>
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<div itemprop="articleBody">
<p>Uma recente descoberta científica promete transformar o tratamento de resíduos eletrónicos. Uma descoberta científica promete mudar a forma como o mundo recupera ouro, oferecendo uma alternativa mais segura e eficiente que pode transformar indústrias inteiras. O que até agora parecia um desafio caro e poluente começa a vislumbrar uma saída inovadora. Um grupo de cientistas da Suíça fez uma descoberta sem precedentes: recuperaram ouro de 22 quilates a partir de resíduos eletrónicos comuns. Isto foi conseguido sem prejudicar o ambiente. Trata-se de uma descoberta que abre novas portas no mundo da reciclagem. A descoberta foi feita pelo grupo ETH Zurtich, uma universidade pública de grande prestígio fundada em 1854.</p>
<h2>O ouro e a reciclagem: um método que extrai minerais de componentes eletrónicos</h2>
<p>Outra descoberta, proveniente da Austrália, despertou o interesse de setores relacionados com o método de reciclagem pelo qual se obtém ouro em componentes eletrónicos. A chave está num processo que consegue obter ouro de altíssima pureza sem depender de produtos químicos perigosos que costumam prejudicar o meio ambiente. Os primeiros resultados divulgados pelos investigadores revelam números surpreendentes: o material obtido ultrapassa 99% de pureza, um nível difícil de alcançar mesmo com técnicas tradicionais de refinação.</p>
<p></p>
<h2>A nova abordagem para a recuperação de ouro</h2>
<p>A equipa interdisciplinar da Flinders University, na Austrália, desenvolveu um procedimento que substitui o uso de cianeto, um dos compostos mais questionados por sua toxicidade, pelo ácido tricloroisocianúrico (TCCA), uma substância comumente usada na desinfecção da água. Uma equipa de investigadores da ETH Zurich (Suíça) descobriu um processo inovador que permite a extração de ouro de 22 quilates a partir de componentes eletrónicos descartados. Imagem: arquivo.</p>
<p>Mas o verdadeiro avanço está na utilização de um polímero de enxofre capaz de se ligar seletivamente ao ouro dissolvido. Após um processo controlado de aquecimento ou tratamento químico, o metal precioso é libertado na sua forma pura e o polímero pode ser reutilizado, o que torna o método uma opção sustentável e económica Além desta descoberta, um grupo de investigadores da ETH Zurich, na Suíça, desenvolveu um processo inovador que permite extrair ouro de 22 quilates a partir de componentes eletrónicos descartados.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3336" src="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-51.jpg" alt="" width="1200" height="800" srcset="https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-51.jpg 1200w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-51-300x200.jpg 300w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-51-1024x683.jpg 1024w, https://codylife.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-51-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px"/></p>
<h2>Como isso afeta a produção de emprego e a economia?</h2>
<p>Este avanço não só abre as portas para uma reciclagem mais segura de componentes eletrónicos, mas também propõe uma mudança de paradigma na mineração. Ao dispensar o cianeto, o novo processo reduz os riscos ambientais e sanitários, trazendo soluções alinhadas com a economia circular.</p>
<p>Entre seus principais benefícios destacam-se:</p>
<ol>
<li>Redução de resíduos eletrónicos</li>
<li>Recuperação eficaz de ouro</li>
<li>Geração de emprego</li>
<li>Impulso à economia circular</li>
</ol></div>
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